“Eu não faço consensos com a oposição, porque com eles a Madeira afundava” afirma Albuquerque, assegurando que é no PSD que o povo confia e que é com o PSD que a Região continuará a seguir em frente
“Quero que fique bem claro que eu não faço consensos com a oposição e muito menos pactuo com os delírios e as mentiras que estes repetem e que não transformam a Madeira. Aliás, é por isso que há 50 anos estão na oposição, porque o povo não confia neles e porque com eles a governar a Madeira afundava” afirmou, esta noite, o Presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, na grande Festa de Verão do Porto Santo.
Ocasião em que fez questão de sublinhar a diferença entre os Municípios liderados pelo PSD e pela oposição, lembrando que onde a oposição é poder “é só conversa fiada”, nada fazem, não têm obra nem estratégia ou sequer capacidade de concretização.
“Com o PSD no Governo, a população sabe que nós lutamos pela nossa terra como ninguém, sabe que temos um rumo para a prosperidade, para o progresso e para o desenvolvimento da nossa Região e do nosso País e sabe que nunca atrairemos a sua confiança”, afirmou Miguel Albuquerque, garantindo que, ao fim da extraordinária evolução conseguida nestes 50
anos de autonomia, o objetivo é continuar a aumentar a liberdade e capacidade de decisão democrática e garantir que a Região tenha mais poderes.
“Vamos continuara a lutar, precisamos de uma revisão da das Lei das Finanças Regionais e precisamos de uma revisão Constitucional o mais rapidamente possível”, reiterou, garantindo que o PSD/M continua a trabalhar e a cumprir todos os seus compromissos com os Madeirenses e Porto-Santenses e que os resultados comprovam esse mesmo trabalho, para desgosto da oposição, fazendo alusão a 61 meses de crescimento económico extraordinário, ao facto da Região ter, hoje, o maior produto interno bruto de sempre, sete pontos acima do continente, de ter o desemprego mais baixo da sua história e de ter a dívida mais baixa, muito mais baixa que a média da União Europeia e muito mais baixa do que o País, assim como os impostos mais baixos.
Miguel Albuquerque que, referindo-se ao Porto Santo, disse que com esta Câmara o Governo “consegue dialogar”, que o trabalho em conjunto é para continuar e que todos os compromissos assumidos com a ilha serão cumpridos, destacando, entre outros, as primeiras 30 habitações já entregues, a segunda fase da Unidade de Saúde já em curso e o aumento do Campo de Golfe já adjudicado, entre muitos outros investimentos a cumprir.
“Queremos continuar a trabalhar para que o Porto Santo continue a ser uma centralidade atrativa, desenvolvida no nosso Atlântico e para que se mantenha um exemplo a nível nacional como uma ilha pequena, mas fantástica”, disse Albuquerque, assegurando que “a luta continua, a luta por um Porto Santo melhor e por uma Madeira melhor, mais desenvolvida, com mais progresso, mais desenvolvimento e mais qualidade de vida para todos”.